Vem e vão

Hoje eu estava na rua e passaei por um lugar onde tava cheio daquela folhinhas, não sei como se chamam, mas não é folhinhas asuhasa, quando tu pisa nelas elas quebram e fazem um barulho engraçado, tá essas dai mesmo, sempre que eu vejo eu me lembro da @DudaGrutzmacher, uma amiga muito querida. Quando nós achavamos que eu ia estudar fora, e iamos nos separar nós fomo embaixo de uma árvore que estava cheia dessas “folhas” secas e ficamos lá pisando, quebrando, pulando, brincando, nos divertindo. Antes de voltar para casa, cada uma pegou uma daquelas folhas e escreveu uma mensagem para a outra, foi algo memorável e sei que nem eu e nem ela vai esquecer aquele dia. Mas no final da contas, quem foi embora foi ela.

Outra pessoa da qual eu sempre vou me lembrar é a Laísa, das noites de insuportáveis de verão em que ficavamos conversando sobre o que colocariamos na nossa geladeira quando formos morar sozinhas, das junções aqui em casa. Nunca me esquecerei do Antonio, da Camila, do Eric, daquela Brenda, do Gabriel, de tanta gente que eu conheci naquele ano em que estudei no Instituto Federal Farroupilha, principalmente os professores, da convicência com eles. A prof Carol que me obrigou a desenhar, que foi o que despertou minha paixão pelo desenho que hoje se tornou amor pela pintura. Do professor Emerson que me disse cedinho da manhã no frio dessa cidade no auge do inverno, que a terra é como um Ferreiro Rocher, crosta irregular com duas camadas principais, a primeira nemos espessa/chocolate, uma mais densa/placas tectónicas e que se fizermos um furo nele vai sair lava/chocolate, e que tem um núcleo/avelã. Do professor Uilson que sempre repetia pra mim que eu tenho cara de líder, mesmo eu não sendo líder da turma. E de muitos muitos outros os quais eu nunca vou esquecer, Soraya, Alexander, Alessandro, bah, eu não vou falar todos senão vou me esquecer de alguém e me sentir culpada depois.

Não gosto muito disso sabe, mas ao mesmo tempo é um sentimento tão bonito e sincero, o mais sincero de todos na minha opinião.

A Tia Cristina, que ta se preparando pra voltar pra cidade dela, ta em um clima meio que de despedida e isso é tão ruim, vou sentir muito a falta dela. Ela tá dormindo comigo no quarto e a gente conversa muito muito mesmo, ficamos até altas horas conversando.

Mas fazer o que? Acontece é a vida, as pessoas entram e saem dela e na maioria das vezes entram sem pedir licença e saem sem se despedir. Nesse momento vai de nós ficarmos se martirizando e ficarmos tristes ou superar e lembrar sempre dos momentos bons. E sem querer esquecer vou citar mais um nome aqui, a Hilary Allen intercâmbista que ficou um ano aqui em São Borja e foi a pessoa que me alavancou para o Rotary.

Bem, era isso que eu queria dizer, e tenha certeza absoluta eu tenho muitos momentos bom pra lembrar e ainda muitos mais para viver.

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